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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Ganjiro Gyaru X Lolita: Para não confundir (outfits de verão)

Para quem entende bem de moda japonesa, gyaru e lolita são estilos completamente diferentes (e um tanto opostos), certo? Bom, às vezes algumas pessoas se confundem.
MAS COMO ASSIM, CHIERI? É verdade!
Muita gente conhece gyaru como cabelo definitivamente loiro bastante volumoso e pele bronzeada pra sempre, sensualidade e salto alto, mas existem muitos subestilos gyaru que usam cabelo natural (podendo ser preto, castanho, etc e com penteados mais variados, às vezes até com nenhum penteado) e outros que levam a fofura da moda lolita (como no caso das ganjiro gyaru) e de outras modas como mori (e assim foi criado o mori gyaru, que também se confunde com mori girl, mas já tem páginas sobre isso internet afora e não é o assunto desse post)
A primeira regra chave em lolita (me corrijam se eu estiver errada) é a silhueta do vestido/saia, que vai acompanhar uma anágua para um formato específico. Tem vários nomes pra cada um (sino, A-line, cupcake, etc), que vão depender do subestilo, mas em 90% dos casos, a saia, independente de onde comece a cintura, vai ter um volume bem maior na parte inferior. É aonde você já separa quase todas as fotos de outfits lolita das de coordinates ganjiro gyaru.
A segunda seria o comprimento. Lolitas (Roriitas) não devem usar roupas curtas em hipótese alguma (em ero lolita, talvez?)! Quase sempre, a barra da saia deve bater exatamente no joelho ou até mesmo abaixo dele. Vejamos uma foto que exemplifica isso:

A primeira é um exemplo de gyaru, com pouco volume na saia e coxas de fora e a segunda é de lolita, com anágua sob a saia até o joelho.

O que podem confundir, são alguns acessórios, como por exemplo, nessa foto acima, o coordinate gyaru (em vermelho e branco) combinou alguns itens muito vistos em lolita, como o chapéu, a bolsa, os lacinhos e babados, além do vestido lembrar (um pouco) alguns do estilo, mas sem o volume e com comprimento até o meio da coxa. Vejamos como são coordenados esses itens em lolita e em gyaru:






E, como podem ter notado, as meias de babados e sapatos de boneca com fivela decorada de lacinhos não diferenciam um estilo do outro, pois em lolita usamos muito nos outfits de verão, atualmente, o que não era visto antigamente em lolita, e até os sapatos podem ser de salto em lolita ou sem salto em gyaru (tea parties também são vistos em gyaru, a moda que quase tudo pode!)

Então é isso, pessoal! Se tiverem algo interessante pra acrescentar pra quem estiver visitando, podem colocar nos comentários e desculpem por qualquer erro, pois acabei não sendo muito boa em nenhum dos dois estilos, mas enfim... gomennasai! ^^'

Até a próxima!

quarta-feira, 29 de março de 2017

Meus primeiros itens inspirados em Lolita - Antes de ser Lolita!

Oilá! Como estão?

Gravei mais um vídeo para facilitar a vida do pessoal que não tem tempo de ler o burogu ou não cosegue/gosta muito de ler pelo pc/celular.

Aí vamos nós!

Como eu venci a barreira do "Lolita não é pra mim, não combina comigo"? Usando o  conceito da moda no meu dia a dia.

Mas o que seria conceito? Como incorporar isso no meu estilo?

Você provavelmente já deve ter visto vídeos de desfile de moda e se perguntado por que nunca viu ninguém usando nada daquilo nas ruas, não é mesmo? Ou por que as lojas não colocam aquelas roupas nas vitrines, certo? Ou pra que eles gastam fortunas naquele desfile que não vai "ser útil em nada", né? Não? Que bom! Você entende o feeling dos desfiles! Sim? Então vamos esclarecer um pouquinho das suas dúvidas.

Os estilistas, que colocam todo o seu amor e dedicação naquele trabalho que você vê nas modelos que deslizam sobre a passarela, não querem que você vista aquela roupa em específico. Nem que a sua composição seja escolhida para venda ou coisa assim. Eu não sei como funciona o trabalho dos estilistas, nem como chegam à escolha das vestes do desfile. Mas sei que o que fica do desfile, é exatamente o conceito.

O conceito vai servir pra inspiração. O que vai às lojas, não é aquela roupa em si. Mas sim, os modelos, moldes, cores, formas, etc.

Ficou mais fácil? (Espero que sim!)

Agora vamos ao que interessa.

Em lolita, eu já fazia o mesmo enquanto estudava para começar a montar outfits. Eu pensava nas combinações de cores, que tipo de estampa cabia no estilo, tecidos, acessórios e etc.

Depois que percebi que combinava comigo, comecei a me dedicar ao estilo em si, não apenas ao conceito!

Assistam o vídeo para verem meus primeiros itens.









Espero que esse post tenha sido útil e que o vídeo tenha sido ao menos divertido!

Obrigada por lerem meu pequeno diário!

Besitos!

quarta-feira, 22 de março de 2017

Como eu despertei o interesse em Lolita

Fiz um vídeo para explicar um pouco sobre como eu NÃO caí de pára-quedas na moda... eu vim admirando o estilo Lolita há muito tempo!

Confiram a curta história.



sábado, 28 de novembro de 2015

Kandee Johnson, sister e agradecimentos

Descobri uma coisa mágica: agradecer. Agradecer a vida por todas as oportunidades de aprendizado que ela nos deu desde o nosso nascimento até o momento que estamos vivenciando. Agradecer a quem nos criou, por ter desperdiçado tanto tempo trocando nossas fraldas e depois falando coisas que muitas vezes, nem sequer lembramos, pra nos educar. Agradecer aos nossos fracassos, porque eles nos ensinaram que nada na vida é por acaso e se não conseguimos, é porque naquele momento, havia um bom motivo pra não conseguirmos.
Quase todo dia eu tenho assistido os vídeos da "YouTuber" Kandee Johnson. Conheci o canal dela por um vídeo motivacional (https://www.youtube.com/watch?v=8DyP1osQyVQ) e virei inscrita pelo mesmo motivo, apesar de eu ver muito os vídeos de maquiagem, já que ela é MakeUp Artist e eu amo isso, né? E em um vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=xlXmCoMPdcI) ela me tocou profundamente quando disse que a mãe dela costuma dizer que são as nossas experiências ruins que compõem a nossa história de sucesso e superação, etc. E ela diz que nenhuma pessoa bem-sucedida que ela conheça não pensou em desistir no meio do caminho. Isso realmente me encorajou.
Na sexta-feira, 27 foi aniversário de 1 aninho da minha sobrinha. Passei a quarta-feira na casa da minha irmã ajudando ela a fazer algumas coisas pra festinha. Elas estavam sozinhas, já que o sogro e o marido dela trabalham e ficamos conversando sobre algumas coisas. Recordamos coisas da escola, da infância, do nosso bairro e da nossa casa. Ela falava até das coisas ruins com alegria e fazia graça de tudo. Minha irmã sempre foi um exemplo pra mim de pessoa feliz. Foram poucas as vezes que a vi derramar lágrimas de tristeza. Mas isso não importava pra ela. Ela lembra de tudo como um pedacinho de um quebra-cabeça. Cada pedaço foi uma coisa que ela superou. Ela não me disse nada disso. Foi a conclusão que tirei depois de passar aquele dia numa conversa muito agradável com a ela. Ela não sabe, porque eu nunca disse, mas eu a admiro muito. Porque desde pequena, ela sempre conseguiu o que queria, mesmo que depois descobrisse que não era aquilo mesmo que ela queria. (risos)
Concluindo, depois de tudo isso e depois de passar por uma das piores crises existenciais da minha vida, aprendi a agradecer. Finalmente agradecer de verdade, do fundo do coração, porque ninguém tem a minha vida. Ninguém pode ser eu. Nenhuma outra pessoa é irmã caçula dos meus irmãos, ou ocupa o meu lugar exato na minha família. Ninguém sofre com todas as lembranças que eu tenho guardadas na minha memória e elas compuseram as músicas que escrevi em toda minha vida, que ninguém mais escreveria igual.
Agradeço hoje até por morar no país onde moro. A gente sofre com um dos mais altos índices de violência do mundo, mas e daí? Sobrevivemos apesar de tudo! Olhe os outros países, os vulcões, tremores de terra diariamente, tsunamis, e terrorismo! A cultura é ruim? Não! Só é diferente. Mas isso é assunto pra outra postagem.
Agradeço pelo bairro que vivi a minha vida toda até agora, os meus vizinhos que quase nunca falam comigo, os amigos que não me ligam mais (a vida deles melhorou muito - que bom, né -, eles nem tem tempo de falar comigo, nem pelo facebrok), o pessoal da escola que nem meu nome lembra. Agradeço por cada parente com suas zueras ou lamúrias nas reuniões de fim de ano. Pelos meus pais, pela minha casinha humilde e por todo o esforço que tiveram para mantê-la. Por não terem desistido da minha vida em cada uma das vezes em que tiveram que correr comigo pro hospital, desde que nasci (eu fui uma prematura de 8 meses, tive estomatite, depressão, etc.)
E por último, agradeço muito a quem esteve comigo ao longo desse ano que passei deprimida em casa. Porque eu passei quase ele inteiro na internet e fiz muitos amigos, inclusive você que leu até aqui! Quero que saiba que amei sentir a presença de quem me acompanhou, quando pôde, num dos anos mais complicados da minha vida. Espero que você receba um presente muito especial de algum lugar do universo. E que seu ano venha recheado de bons momentos e sentimentos melhores ainda!
E como diria Kandee Johnson: "Um abraço da minha casa pra sua!"


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Neurose com meu cabelo

No meio do ano eu tinha decidido deixar o cabelo natural (preto) crescer, mas em julho, senti que ia ficar feia se voltasse a ter cabelo escuro e desisti, acabei tacando descolorante na raiz e ele ficou todo manchado. Desde então não fiz mais nada, nem um secador eu passo mais.
Em dezembro do ano passado eu tava com ele no quadril quase e cortei em janeiro no queixo, porque ele tava todo horroroso (a culpada tinha nome). Achei que ia me fazer bem um cabelo novo, mas passei o ano todo sem cortar nem as pontinhas, porque fiquei totalmente arrependida.
Agora eu fico olhando cada uma das minhas fotos, me perguntando qual é meu verdadeiro estilo, se o curto, médio ou longo combina mais comigo, se devo deixar a cor natural, se devo modernizar, ou usar uma cor discreta.
Eu sempre mostrei que tinha estilo próprio através do meu cabelo e agora não sei o que fazer com ele. Minha mãe já não me aguenta mais reclamando de cabelo, de cor, de comprimento, textura, etc.
Ele tá todo quebrado, manchado e não quero mais estragar ele. Nem uso mais calor (secador, prancha, e nem água quente), só uso máscara de queratina (pra ver se recupera o elástico na metade do comprimento) e jaborandi (pra que o natural tenha um crescimento melhor).
Tô esperando o tempo me ajudar a decidir, porque eu não sei mesmo o que fazer! Eu sei o que eu não quero, mas não sei o que eu quero! E esperar o natural crescer pra decidir, tá dando uma canseira... :(

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Papo legal sobre cosplay (parte 2)

Hoje vou dar continuidade à postagem sobre o assunto.

Uma coisa que eu acho importante e muitas pessoas não dão muito valor ao "vestir" o cosplay, é à maquiagem (eu mesma não ligava pra isso no início).
Existem inúmeros tutoriais no YouTube que mostram como fazer a maquiagem específica para cada tipo de personagem. Às vezes eu testo quando estou em casa de bobeira.
Olho o formato dos olhos do personagem e me pergunto o que mais diferencia (além da cor) os meus olhos dos dele.
Recomendo super os canais Kawaii Pateen, que é todo em japonês, mas você consegue vizualizar muito bem o que é feito no vídeo e o da makeup artist Anastasiya Shpagina, pra quem não conhece. O canal dela é ucraniano, mas tem vídeos que ela fala em inglês ou põe legenda.
Olhem o efeito que uma maquiagem acrescenta no seu cosplay (foto da Ana): 


Você não precisa de produtos caros. Só saber utilizar cada um deles e como, o que pode ser resolvido com uma simples pesquisa.
Foto "catada" do Google Imagens (já fiz essa make sem a lente, acreditem, não fica ruim!):



Personagens masculinos também não ficam de fora, não, tá? Vamos deixar o preconceito "homem maquiado" de lado.




Quem quiser saber mais, ou precisar de alguma dica, não exitem em comentar ou me adicionar no Google+, respondo tudinho!
Até a próxima!

domingo, 26 de julho de 2015

Cílios postiços + Make de Julho + Photos

Esses cílios lindíssimos aí, não tem marca. Ambos eu comprei numa lojinha de acessórios e me custaram menos de 4 reais cada! Quando vi esses grandões, logo me apaixonei! E também estava querendo comprar uns mais discretinhos... (risos)


Os primeiros cílios que comprei foram pra um evento, mas acabei não usando no dia. Usei depois pra fazer essa make:
Essas lentes aí morreram, pois comprei elas no fim de julho do ano passado, ou seja, não posso mais usar, já que valiam 1 ano! Buá!

Esses cílios nem aparecem, né? Imagina os meus naturais! (Ignorem a maquiagem toda borrada, já estava com ela havia muito tempo e tinha colocado as lentes depois - baka)


São esses os cílios que usei na foto, também sem marca, porém, muito mal escolhidos no quesito tamanho+volume! rs

Cílios podem ser reaproveitados, mas mesmo assim, eu sempre optei por esses sem marca, pois é uma coisa que você vai usar poucas vezes e jogar fora depois. Mas na hora de comprar a cola, é melhor optar por gastar mais numa melhorzinha! Eu nunca uso a cola que vêm dentro da caixinha, mesmo que ela tenha validade pra daqui a dois anos! A cola que eu uso é uma da Macrillan, que também serve pra colar a pálpebra móvel e fazer os olhos parecerem mais "abertos" (técnica muito usada na Ásia). Depois faço uma postagem sobre isso.

Enfim, aqui vão as fotos que tirei da make que eu fiz (com vários efeitos, pra compensar a roupa e o cabelo ruim, que eu tentei cachear! kkk), usando aqueles cílios mais compridos da foto lá de cima.

A make meio apagadinha embaixo por causa do flash do celular. Dá pra ver melhor nas fotos abaixo.




 

Só isso por hoje! Bye!




domingo, 31 de maio de 2015

Mesmo que hoje seja igual ontem, as mudanças estão aí

É como eu disse no título da postagem, a minha vida continua sendo a mesma, mas eu não. A começar pelas mudanças externas. Eu aprendi a cuidar mais da minha auto-estima, a gostar mais de mim, porque se a minha vida era ruim, porque eu deveria me destratar, me culpar, me autoflagelar? Eu sempre soube que mudanças internas eram uma coisa de longo prazo, mas as externas geralmente demoram menos e ajudam a gente a ter mais confiança na Vida.
Eu tava olhando essas duas fotos ontem à noite e comparando. Ambas originais, ou seja, sem filtros ou edições, tiradas no mesmo celular. A primeira é de 2013 e a segunda de 2015. Tirando as lentes e o cabelo (que na 1ª foto o corte e a escovação fizeram ele parecer mais bonito), já que eu tinha ido ao salão no dia anterior (e no dia da 2ª foto eu tava brigada com meu cabelo), reparei como eu não sabia me maquiar, muito menos cuidar da minha pele.

 

A diferença (pelo menos pra mim) é gritante (ainda mais por causa da enorme espinha), sério! 


Eu devo essa mudança à minha irmã, primeiramente, pois ela sempre me incentivou a usar maquiagem e produtos pro rosto (ela é maquiadora, depois faço uma postagem com as makes que ela faz, se quiserem) e também ao meu fascínio pelo estilo Gyaru.
Pra quem não conhece, o estilo nasceu no Japão, em Shibuiya, pra ser mais precisa, há décadas atrás, e é muito conhecido, pois há revistas só desse gênero, modelos, blogs, cantoras que seguem o estilo, tipo a Ayumi Hamasaki, minha diva, Tsubasa Masuwaka (que é dona de uma linha de cílios postiços, maquiagem e circle lens), Namie Amuro e inclusive a Tomomi Itano do AKB48, lembram que falei dela no outro post? E esse estilo de vida não se limitou ao Japão. Surgiram as "Gaijin Gyaru" e "Western Gals", que são as Gyaru "estrangeiras" (falo mais sobre esse assunto em outra postagem, se quiserem).

Depois de notar essa mudança na minha aparência, comecei a querer mudar de visual. Estou aprendendo a me vestir, combinar melhor as roupas e acessórios, fazer coisas diferentes no cabelo e, claro, isso está se refletindo na minha auto-imagem, algo que precisava mudar urgentemente!

Agora tenho que continuar cuidando das mudanças nos outros "setores" da minha vida, já que minha atual meta é ser melhor que ontem! Bye!