Descobri uma coisa mágica: agradecer. Agradecer a vida por todas as oportunidades de aprendizado que ela nos deu desde o nosso nascimento até o momento que estamos vivenciando. Agradecer a quem nos criou, por ter desperdiçado tanto tempo trocando nossas fraldas e depois falando coisas que muitas vezes, nem sequer lembramos, pra nos educar. Agradecer aos nossos fracassos, porque eles nos ensinaram que nada na vida é por acaso e se não conseguimos, é porque naquele momento, havia um bom motivo pra não conseguirmos.
Quase todo dia eu tenho assistido os vídeos da "YouTuber" Kandee Johnson. Conheci o canal dela por um vídeo motivacional (https://www.youtube.com/watch?v=8DyP1osQyVQ) e virei inscrita pelo mesmo motivo, apesar de eu ver muito os vídeos de maquiagem, já que ela é MakeUp Artist e eu amo isso, né? E em um vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=xlXmCoMPdcI) ela me tocou profundamente quando disse que a mãe dela costuma dizer que são as nossas experiências ruins que compõem a nossa história de sucesso e superação, etc. E ela diz que nenhuma pessoa bem-sucedida que ela conheça não pensou em desistir no meio do caminho. Isso realmente me encorajou.
Na sexta-feira, 27 foi aniversário de 1 aninho da minha sobrinha. Passei a quarta-feira na casa da minha irmã ajudando ela a fazer algumas coisas pra festinha. Elas estavam sozinhas, já que o sogro e o marido dela trabalham e ficamos conversando sobre algumas coisas. Recordamos coisas da escola, da infância, do nosso bairro e da nossa casa. Ela falava até das coisas ruins com alegria e fazia graça de tudo. Minha irmã sempre foi um exemplo pra mim de pessoa feliz. Foram poucas as vezes que a vi derramar lágrimas de tristeza. Mas isso não importava pra ela. Ela lembra de tudo como um pedacinho de um quebra-cabeça. Cada pedaço foi uma coisa que ela superou. Ela não me disse nada disso. Foi a conclusão que tirei depois de passar aquele dia numa conversa muito agradável com a ela. Ela não sabe, porque eu nunca disse, mas eu a admiro muito. Porque desde pequena, ela sempre conseguiu o que queria, mesmo que depois descobrisse que não era aquilo mesmo que ela queria. (risos)
Concluindo, depois de tudo isso e depois de passar por uma das piores crises existenciais da minha vida, aprendi a agradecer. Finalmente agradecer de verdade, do fundo do coração, porque ninguém tem a minha vida. Ninguém pode ser eu. Nenhuma outra pessoa é irmã caçula dos meus irmãos, ou ocupa o meu lugar exato na minha família. Ninguém sofre com todas as lembranças que eu tenho guardadas na minha memória e elas compuseram as músicas que escrevi em toda minha vida, que ninguém mais escreveria igual.
Agradeço hoje até por morar no país onde moro. A gente sofre com um dos mais altos índices de violência do mundo, mas e daí? Sobrevivemos apesar de tudo! Olhe os outros países, os vulcões, tremores de terra diariamente, tsunamis, e terrorismo! A cultura é ruim? Não! Só é diferente. Mas isso é assunto pra outra postagem.
Agradeço pelo bairro que vivi a minha vida toda até agora, os meus vizinhos que quase nunca falam comigo, os amigos que não me ligam mais (a vida deles melhorou muito - que bom, né -, eles nem tem tempo de falar comigo, nem pelo facebrok), o pessoal da escola que nem meu nome lembra. Agradeço por cada parente com suas zueras ou lamúrias nas reuniões de fim de ano. Pelos meus pais, pela minha casinha humilde e por todo o esforço que tiveram para mantê-la. Por não terem desistido da minha vida em cada uma das vezes em que tiveram que correr comigo pro hospital, desde que nasci (eu fui uma prematura de 8 meses, tive estomatite, depressão, etc.)
E por último, agradeço muito a quem esteve comigo ao longo desse ano que passei deprimida em casa. Porque eu passei quase ele inteiro na internet e fiz muitos amigos, inclusive você que leu até aqui! Quero que saiba que amei sentir a presença de quem me acompanhou, quando pôde, num dos anos mais complicados da minha vida. Espero que você receba um presente muito especial de algum lugar do universo. E que seu ano venha recheado de bons momentos e sentimentos melhores ainda!
E como diria Kandee Johnson: "Um abraço da minha casa pra sua!"
sábado, 28 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Neurose com meu cabelo
No meio do ano eu tinha decidido deixar o cabelo natural (preto) crescer, mas em julho, senti que ia ficar feia se voltasse a ter cabelo escuro e desisti, acabei tacando descolorante na raiz e ele ficou todo manchado. Desde então não fiz mais nada, nem um secador eu passo mais.
Em dezembro do ano passado eu tava com ele no quadril quase e cortei em janeiro no queixo, porque ele tava todo horroroso (a culpada tinha nome). Achei que ia me fazer bem um cabelo novo, mas passei o ano todo sem cortar nem as pontinhas, porque fiquei totalmente arrependida.
Agora eu fico olhando cada uma das minhas fotos, me perguntando qual é meu verdadeiro estilo, se o curto, médio ou longo combina mais comigo, se devo deixar a cor natural, se devo modernizar, ou usar uma cor discreta.
Eu sempre mostrei que tinha estilo próprio através do meu cabelo e agora não sei o que fazer com ele. Minha mãe já não me aguenta mais reclamando de cabelo, de cor, de comprimento, textura, etc.
Ele tá todo quebrado, manchado e não quero mais estragar ele. Nem uso mais calor (secador, prancha, e nem água quente), só uso máscara de queratina (pra ver se recupera o elástico na metade do comprimento) e jaborandi (pra que o natural tenha um crescimento melhor).
Tô esperando o tempo me ajudar a decidir, porque eu não sei mesmo o que fazer! Eu sei o que eu não quero, mas não sei o que eu quero! E esperar o natural crescer pra decidir, tá dando uma canseira... :(
Em dezembro do ano passado eu tava com ele no quadril quase e cortei em janeiro no queixo, porque ele tava todo horroroso (a culpada tinha nome). Achei que ia me fazer bem um cabelo novo, mas passei o ano todo sem cortar nem as pontinhas, porque fiquei totalmente arrependida.
Agora eu fico olhando cada uma das minhas fotos, me perguntando qual é meu verdadeiro estilo, se o curto, médio ou longo combina mais comigo, se devo deixar a cor natural, se devo modernizar, ou usar uma cor discreta.
Eu sempre mostrei que tinha estilo próprio através do meu cabelo e agora não sei o que fazer com ele. Minha mãe já não me aguenta mais reclamando de cabelo, de cor, de comprimento, textura, etc.
Ele tá todo quebrado, manchado e não quero mais estragar ele. Nem uso mais calor (secador, prancha, e nem água quente), só uso máscara de queratina (pra ver se recupera o elástico na metade do comprimento) e jaborandi (pra que o natural tenha um crescimento melhor).
Tô esperando o tempo me ajudar a decidir, porque eu não sei mesmo o que fazer! Eu sei o que eu não quero, mas não sei o que eu quero! E esperar o natural crescer pra decidir, tá dando uma canseira... :(
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